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  • RN alcançará autossuficiência de geração de energia neste ano

    O Rio Grande do Norte alcançará neste ano a autossuficiência em capacidade de geração de energia. A demanda média do estado é de 600 MW e a capacidade atual de geração é de 510,1 MW através das termelétricas Vale do Açu (Termoaçu), de 340MW, Potiguar I (53MW), Potiguar III (66MW), além das eólicas Rio do Fogo (49,3MW) e Macau (1,8MW).



    De acordo com o secretário de Energia do Rio Grande do Norte, Jean Paul Prates, com a entrada em operação prevista para este ano dos parques eólicos de Alegria I e II, que juntos somam 151,8 MW, o estado atingirá 661,9 MW de capacidade instalada, superando a necessidade de consumo.



    Com a entrada em 2012 das usinas eólicas negociadas no leilão de eólicas, realizado no último dia 14 de dezembro, o estado terá condições de gerar mais que o dobro da energia que consome. Dos 1.805 MW comercializados, o Rio Grande do Norte vai abrigar 657 MW. Para Prates, o resultado do certame já era o esperado. "Surpreendeu as outras pessoas que viam o Rio Grande do Norte como um estado atrasado ou menos importante economicamente mas, para nós que fizemos o trabalho, não foi uma surpresa".



    A preparação do Rio Grande do Norte para conseguir receber os 23 empreendimentos dos 71 projetos começou tempos antes do leilão e foi dividido em três fases. A primeira delas, segundo Prates, foi organizar a informação setorial da área eólica e conhecer o potencial de projetos e suas necessidades. A segunda etapa consistia na busca pela atratividade, seguida por uma maior competitividade.



    Com investimentos de aproximadamente R$ 3,5 bilhões, os projetos aprovados devem gerar entre 3 e 4 mil empregos, segundo Prates. "Se se mantiver um certo fluxo de leilões acontecendo, novos parques se instalando, esta média de emprego deve ser mantida ao longo de quase uma década", explicou.



    Para que empresas possam se instalar no estado, estão sendo disponibilizados "todos os incentivos em nível estadual possíveis e admitidos por lei", ainda de acordo com o secretário. O executivo informou ainda que o Rio Grande do Norte e o Ceará estudam a criação de um polo industrial bilateral eólico. "Os governadores dos dois estados conversarão este ano para, em vez de competirmos predatoriamente, fazermos uma parceria e ter este polo bilateral. Quando as empresas se instalam próximo às divisas, elas geram emprego para os dois estados".



    A fonte de geração solar também é um dos focos do Rio Grande do Norte. De acordo com Prates, o estado pretende promover no próximo mês de fevereiro um seminário com especialistas, agentes do governo, do setor elétrico e investidores para obter conclusões sobre a viabilidade da energia solar no Brasil e especificamente no Rio Grande do Norte. "A gente tem um foco em energias renováveis muito forte com as eólicas na liderança, mas sem esquecer da energia solar, que tambem precisa passar pelo mesmo processo de discussão, como viabilização, organização da informação, atratividade e competitividade".



    Em um acordo com a Petrobras, o estado quer implantar uma usina experimental solar térmica, de 30 MW, no Vale do Açu. Segundo Prates, a usina será baseada no mesmo princípio que a Termoaçu, ou seja, quando não tiver gerando energia, a unidade deve gerar vapor para a injeção nos poços de petróleo. O início da operação está previsto para o fim do próximo ano.


  • Moto com Energia Solar

    A “Moto Solar Urbana é um projeto da empresa espanhola Sunred, que é cobrir todos os aspectos e etnologia de trazer para o mercado de uma cidade com uma moto com um motor elétrico e a captação da energia solar, com especial ênfase na tecnologia para barrar as arquiteturas convencionais, a gerir a energia solar, energia solar e coleta de motor eléctrico.

    Dada a complexidade da gestão da energia, a energia solar, neste caso, e para aumentar a utilização da ergonomia tem instalado um painel digital touch screen que permite LCS para receber e gerenciar as informações, o consumo, a carga ea velocidade de dados padrão distância , etc …

    Um dos grandes desafios do projeto é a forma de acomodar o eficiente e segura as placas de energia solar para maximizar a superfície de exposição, que está atrasado, quando você estiver andando, e expanda quando a moto é interrompido, proporcionando um autonomia de cerca de 20 km ea uma velocidade de 50 km/ h.


  • Navio movido a energia solar vai dar volta ao mundo

    Depois de vários anos de projetos e desenvolvimentos, a empresa PlanetSolar apresentou o maior navio solar já construído, que leva o mesmo nome.

    O navio foi apresentado nesta quinta-feira (25) em Kiel, na Alemanha. Sua estreia no mar será em uma viagem pela Europa este ano. A volta completa ao mundo deverá ser feita em 2011.

    Navio solar

    O PlanetSolar é um catamarã que deve navegar utilizando unicamente a energia solar. Partes móveis do casco conseguem expor até 500 metros quadrados de painéis solares fotovoltaicos, que deverão gerar 103 kW de energia.

    O navio solar tem 31 metros de comprimento e 15 metros de largura quando ancorado. Quando em mar aberto, com seus "flaps" abertos - responsáveis pela ampliação da área de painéis solares - essas dimensões chegam a 35 metros de comprimento e 23 metros de largura.

    Autonomia indefinida

    A velocidade máxima do PlanetSolar é de 25 km/h (14 nós), mas a velocidade de cruzeiro será de 15 km/h (8 nós). Os motores elétricos do navio solar consomem 20 kW, o equivalente a 26,8 HP.

    A navegação é feita por apenas 2 tripulantes, embora a empresa afirme ser possível colocar até 200 pessoas a bordo do navio. A autonomia é indefinida - o PlanetSolar navega enquanto houver sol.



  • Avião movido a energia solar pode ficar cinco anos no ar

    Uma companhia americana está desenvolvendo uma aeronave movida a energia solar que poderá se manter no ar por cinco anos continuamente.

    A asa em forma de Z, com 150 m de envergadura, será reajustável durante o voo, para que possa absorver o máximo possível de energia do sol.

    A Odysseus deverá acumular a energia do sol durante o dia e usá-la para continuar seu voo durante a noite. Na ocasião, a asa tomará uma forma plana, diminuindo sua resistência ao ar e, portanto, consumindo menos energia.

    A aeronave não tripulada está sendo projetada para voar a altitudes de 18 mil a 27 mil m, e deverá ser utilizada para missões de reconhecimento, comunicações e monitoramento ambiental no âmbito de pesquisas sobre mudanças climáticas.

    A empresa Aurora Flight Sciences está desenvolvendo a aeronave dentro do programa "Vulture", que tem apoio da BAE Systems, C.S. Draper Laboratories e Sierra Nevada Corporations.

    Os pesquisadores divulgaram o desenho da aeronave. O protótipo deve ficar pronto em cinco anos.


  • Táxi movido a energia solar atravessa 38 países

    Um carro movido a energia solar chegou ao 14º encontro da Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC, na sigla em inglês), na cidade de Poznan, na Polônia, depois de passar por 38 países.

    Ao volante estava o professor suíço, Louis Palmer, que fez o percurso de 52 mil quilômetros em 17 meses.

    Segundo Palmer, o feito provou que a energia solar é uma alternativa viável aos combustíveis com base em petróleo e pode ajudar a combater o aquecimento global.

    Ele ressaltou, contudo, que o protótipo precisará de grandes modificações antes de poder ser produzido em massa.

    O pequeno veículo azul e branco com três rodas puxa um trailer com baterias carregadas pela exposição ao sol. Ele pode viajar por 300 quilômetros com uma só carga e atingir velocidades de 90 quilômetros por hora.

    Palmer está empenhado em inspirar os fabricantes de veículos a produzirem modelos menos danosos ao meio ambiente.

    "As pessoas adoram esta idéia de um carro solar", afirmou Palmer diante do prédio onde se realizará a Conferência. "Eu espero que a indústria automobilística dê ouvidos (...) e fabrique carros elétricos no futuro."

    O ativista disse que o carro a energia solar funcionou "como um relógio suíço", quebrando apenas duas vezes durante a longa jornada, que começou em Lucerna, na Suíça, em julho de 2007.

    Em trechos breves do percurso, ele foi acompanhado de celebridades.

    Palmer disse que seus passageiros incluíram o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon e o diretor de cinema americano James Cameron, entre outros.

    Eletricidade

    O carro é movido a energia solar, mas Palmer também levava uma bateria diferente para percursos noturnos ou em nações menos ensolaradas, tais como a Polônia, no inverno. Esta bateria era recarregada na eletricidade.

    Palmer disse que a construção do protótipo tem custo equivalente a duas Ferraris, mas, se produzido em massa, poderia custar 10 mil euros, com um extra de 4 mil euros para os painéis solares.

    O ativista disse que agora quer voltar para a casa: "Eu prometi a minha mãe que voltaria antes do Natal".

    Mas no ano que vem ele planeja organizar uma viagem com seis veículos para fazer uma volta ao mundo em 80 dias usando energia hidráulica, geotérmica e eólica.



  • Vaticano adota painéis solares para reduzir emissão de poluentes

    A Santa Sé anunciou a ativação nesta quarta-feira (26/11/08) de um novo sistema de energia solar para tornar mais ecológico o uso da eletricidade no Vaticano.
    O primeiro prédio do Vaticano com energia solar será à famosa Sala Paulo 6º, próxima à Basílica de São Pedro, onde o papa Bento 16 realiza algumas de suas audiências.
    Cerca de 2,4 mil painéis solares foram colocados no teto do prédio. O novo sistema vai fornecer energia para o prédio e para vários outros à sua volta durante todo o ano.
    O sistema também vai permitir que o Vaticano reduza as suas emissões de gás carbônico em cerca 225 toneladas por ano.

    Paisagem
    Os painéis não podem ser vistos do solo. Arquitetos dizem que a famosa paisagem da Cidade do Vaticano não será alterada.
    O Vaticano tem como meta fazer com que as fontes de energia renovável respondam por 20% da sua matriz energética até 2020, em sintonia com recomendações da União Européia.
    O papa Bento 16 é conhecido por seu apoio à iniciativas ambientalistas. O Vaticano já chegou a sediar uma conferência científica para discutir o aquecimento global e as mudanças climáticas.
    No ano passado, o papa pediu que o mundo dê ouvido às vozes do planeta, antes que seja tarde demais.



  • Sistema Solar Fotovoltáico

    Saiba como funciona o sistema solar fotovoltáico e conheça suas vantagens.

    [Download do anexo]

  • Aquecimento Solar de Água para Residências

    Conheça um pouco mais de aquecimento solar de água para residências!

    [Download do anexo]

  • Cientistas buscam alternativas para esgotamento das reservas minerais de combustíveis

    Dentro de 25 anos, as reservas minerais das quais hoje extraímos combustíveis para gerar energia estarão esgotadas. Os cientistas não se preocupam com isso. Afirmam que, em 2025, já teremos criado reservatórios para acumular energia solar, menores que as baterias dos automóveis, capazes de gerar energia suficiente para iluminar as cidades e movimentar nossas máquinas.



  • Corrida de barcos movidos a energia solar dura seis dias

    A busca por fontes alternativas de combustível não se limita ao automóveis. Na semana passada, em Leeuwarden, na Holanda, 40 barcos movidos a energia solar participaram de uma corrida de seis dias que percorreu 220 quilômetros por canais no norte do país.

    Todas as embarcações contavam com grandes painéis solares para armazenar energia.

    Os competidores, porém, tiveram de enfrentar o tempo ruim, que encobriu o Sol e virou alguns barcos. As águas agitadas também limitaram a velocidade da embarcações. A lancha mais rápida não ultrapassava os 30 km/h.




  • Rio Grande do Norte amplia uso de energia solar



    O Rio Grande do Norte vem se transformando em um palco fundamental no desenvolvimento das pesquisas a respeito de energia solar. O Estado sedia o Núcleo de Energias Renováveis da Petrobras, que tem buscado formas mais econômicas e eficientes de utilização dessa fonte energética. Atualmente, os poucos projetos viáveis desenvolvidos na área atendem demandas muito específicas e os demais necessitavam de subsídio para serem postos em prática. No entanto, a tendência é que esse cenário mude.





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